Devaneio
(de2+lat vanu+ear) 1 Fantasiar, imaginar 2 Refletir, pensar 3 Dizer ou imaginar coisas sem nexo; delirar.
Estes dias eu li por aí o seguinte: “doors are closed so you can open them.”
Pois é…
(via dudesmodernos)
(Source: mightystrawberry, via tetinotete)
(Source: flickr.com, via tetinotete)
Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional…
(Source: april-15th, via 1sweetdesire)
A angústia é o caráter típico e próprio da vida. A vida é angustiosa. E por que é angustiosa a vida? A angústia da vida tem duas facetas. De um lado, é necessidade de viver, é afã de viver, é anseio de ser, de continuar sendo, para que no futuro seja o presente. Mas de outro lado, esse anseio de ser leva dentro o temor de não ser, o temor de deixar de ser, o temor do nada. Por isso, a vida é, de um lado, anseio de ser e, de outro lado, temor do nada. Essa é a angústia. Pois o nada amedronta o homem.
Eu quero ouvir de novo a sua voz!

“Fiz com a vida o trato de receber uma moeda,
E a vida não me pagou mais,
Embora mais tarde eu pedisse,
Ao verificar o pouco que tinha.
Porque a Vida é um patrão justo
Que dá o que você pede,
Mas uma vez acertado o pagamento,
É preciso suportar a tarefa.
Eu me contentei com um salário vil,
Só para descorbir, consternado,
Que a Vida me pagaria de boa vontade
O que eu tivesse pedido.”
Bom final de domingo! :)
Fuck you, I won’t do what you tell me!
Peripheral Visions: André Thijssen
“If there is such a thing in photography as a “decisive moment”, the term coined by Henri Cartier-Bresson, then there must also be the opposite––the casual, corner-of-the-eye event … a photographer who concentrates on the periphery of the frame, he sees beauty in things that most people aren’t interested in. Thijssen’s work provides access to parallel worlds, of which we are occasionally also aware, however we prefer to ignore these unfathomable moments in time.


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